As pinturas suavemente curvas e majestosas de Robert Mangold (n. 1937) estão entre as mais belas obras abstratas do final do século XX. Surgido na década de 1960, Mangold é frequentemente associado ao minimalismo pelas suas composições não hierárquicas e pelo uso de formas geométricas simples. As suas cores subtis e figuras suaves desenhadas à mão também lembram outras fontes, desde a cerâmica tradicional grega aos frescos de Piero. Entre os pintores mais talentosos atualmente em atividade, Mangold é colecionado nos principais museus do mundo.
Esta primeira monografia abrangente avalia a contribuição de Mangold para a pintura contemporânea, com ensaios de alguns dos mais ilustres escritores sobre arte contemporânea. Richard Shiff interpreta a arte de Mangold no contexto da sua ampla história cultural; Robert Storr analisa a obra em relação à pintura do final do século XX; Arthur C Danto examina em profundidade a série Zone Paintings; e Nancy Princenthal apresenta uma história cronológica dos conceitos da obra. Está também incluída uma conversa com a esposa do artista, a pintora Sylvia Plimack Mangold, sobre as fontes por detrás do seu trabalho, e declarações do artista acompanhadas de fotografias do artista no seu estúdio tiradas pelo seu filho, o famoso cineasta James Mangold.
















