“Revestir a ideia de uma forma percetível”, propôs o poeta Jean Moréas no seu Manifesto do Simbolismo de 1886. Foi em França e na Bélgica, berços do Simbolismo literário, que nasceu a pintura simbolista. Esta mergulhou de cabeça no espaço cultural aberto pela poesia de Baudelaire e Mallarmé e pelas óperas de Wagner. Os pintores simbolistas não procuram representar as aparências, mas exprimir “a Ideia”, pelo que o imaginário desempenha um papel importante na sua obra. “Sonho” era o seu credo; eles execravam, com um ódio fanático, o impressionismo, o realismo, o naturalismo e o cientificismo. O princípio fundamental do Simbolismo, o das “correspondências”, era atingir a harmonia entre todas as artes, ou mesmo realizar a obra de arte total (Gesamtkunstwerk) que Wagner tinha sonhado criar. O que redescobrimos hoje, após um período de esquecimento, é isto: A pintura simbolista é essencial para a nossa compreensão da arte moderna, não só porque se espalhou pelo mundo como um incêndio, criando discípulos da Rússia aos Estados Unidos, do Norte da Europa ao Mediterrâneo, mas porque foi a fonte de uma série de mutações sem as quais a arte moderna não seria o que é.
| Peso | 1,7 kg |
|---|---|
| Dimensões (C x L x A) | 24,8 × 2,5 × 30,5 cm |
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